Aitaré, pescador, namora Cora, uma moça da localidade. Numa festa em casa do Capitão Afonso, Cora e Aitaré dançam e o namoro deles é reprovado pelas fofoqueiras do local. Durante o baile, Aitaré briga com Zeno, marginal que vive pela praia. Em casa, Cora conta o acontecido a sua mãe, D. Guilhermina. Esta reprova o namoro da filha e revela que Aitaré é o último de uma raça que foi a nossa maior inimiga…, o último descendente de uma raça que há cem anos passados imperou com todo o despotismo neste recanto. Cora argumenta sobre o caráter de Aitaré, mas a mãe reprova o namoro. Cora encontra-se com Aitaré, reafirmando seu amor por ele.Num dia que prenuncia tempestade, Aitaré tenta convencer José Amaro, seu amigo, a acompanhá-lo numa jangada mar adentro a fim de não perder as covas e armadilhas de peixes que preparara. José Amaro se nega. Zeno, que passava pela praia, é chamado por Aitaré. Perguntado, confessa que deseja a morte de Aitaré. Este então pede-lhe que o ajude a partir. Zeno o atende e Aitaré parte. Cai uma tempestade e D. Guilhermina abriga Zeno em sua casa. Em conversa Zeno conta que Aitaré foi à pesca. Cora sobressalta-se. Passada a chuva, Cora e Zé Amaro esperam por Aitaré na praia. Ele vem chegando na sua jangada trazendo dois náufragos: o rico Coronel Felipe Rosa e sua filha Glória. Em terra, Cora cuida de Glória. Hóspedes de Aitaré, eles passam a observar a vida dos pescadores enquanto aguardam um meio de voltar à cidade.Glória assiste ao namoro de Aitaré e Cora. Com a chegada de um barco ela e o pai retornam à cidade. Zeno comunica a Cora que Aitaré acompanhou Glória e Felipe. O que acontecera na verdade: Aitaré fora a Goiana para arranjar condução e neste interim chega uma embarcação que se dispôe a tirar o Coronel e sua filha da aldeia. Glória parte deixando um bilhete com José Amaro e saudações a Cora. José Amaro procura Cora para relatar o ocorrido, mas ela se recusa a ouví-lo. Cora, D. Guilhermina e Mário, irmão de Cora, partem. Em seu regresso, Aitaré é informado por José Amaro que seus hóspedes já haviam partido, assim como Cora. Ele decide deixar a aldeia. Ao fazer a viagem de despedida em sua jangada, luta com Zeno e leva a melhor: Zeno cai no mar. Aitaré parte.Chegando a Recife ele procura a casa do Coronel Felipe. Cinco anos mais tarde, passeando com Glória por uma rua da cidade, Aitaré encontra-se com Cora numa loja, acompanhada do irmão. Eles hesitam em se reconhecer. Arthur, sobrinho do Coronel Felipe ama Glória, que ama Aitaré. Cora, D. Guilhermina e Mário também estão em Recife. Cora apronta-se para uma festa. Aitaré e Cora reencontram-se. Glória aceita a proposta de casamento feita por Arthur. - Clássicos - 50

Aitaré da Praia (1925)

Aitaré da Praia (1925)

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Aitaré, pescador, namora Cora, uma moça da localidade. Numa festa em casa do Capitão Afonso, Cora e Aitaré dançam e o namoro deles é reprovado pelas fofoqueiras do local. Durante o baile, Aitaré briga com Zeno, marginal que vive pela praia. Em casa, Cora conta o acontecido a sua mãe, D. Guilhermina. Esta reprova o namoro da filha e revela que Aitaré é o último de uma raça que foi a nossa maior inimiga…, o último descendente de uma raça que há cem anos passados imperou com todo o despotismo neste recanto. Cora argumenta sobre o caráter de Aitaré, mas a mãe reprova o namoro. Cora encontra-se com Aitaré, reafirmando seu amor por ele.

Num dia que prenuncia tempestade, Aitaré tenta convencer José Amaro, seu amigo, a acompanhá-lo numa jangada mar adentro a fim de não perder as covas e armadilhas de peixes que preparara. José Amaro se nega. Zeno, que passava pela praia, é chamado por Aitaré. Perguntado, confessa que deseja a morte de Aitaré. Este então pede-lhe que o ajude a partir. Zeno o atende e Aitaré parte. Cai uma tempestade e D. Guilhermina abriga Zeno em sua casa. Em conversa Zeno conta que Aitaré foi à pesca. Cora sobressalta-se. Passada a chuva, Cora e Zé Amaro esperam por Aitaré na praia. Ele vem chegando na sua jangada trazendo dois náufragos: o rico Coronel Felipe Rosa e sua filha Glória. Em terra, Cora cuida de Glória. Hóspedes de Aitaré, eles passam a observar a vida dos pescadores enquanto aguardam um meio de voltar à cidade.

Glória assiste ao namoro de Aitaré e Cora. Com a chegada de um barco ela e o pai retornam à cidade. Zeno comunica a Cora que Aitaré acompanhou Glória e Felipe. O que acontecera na verdade: Aitaré fora a Goiana para arranjar condução e neste interim chega uma embarcação que se dispôe a tirar o Coronel e sua filha da aldeia. Glória parte deixando um bilhete com José Amaro e saudações a Cora. José Amaro procura Cora para relatar o ocorrido, mas ela se recusa a ouví-lo. Cora, D. Guilhermina e Mário, irmão de Cora, partem. Em seu regresso, Aitaré é informado por José Amaro que seus hóspedes já haviam partido, assim como Cora. Ele decide deixar a aldeia. Ao fazer a viagem de despedida em sua jangada, luta com Zeno e leva a melhor: Zeno cai no mar. Aitaré parte.

Chegando a Recife ele procura a casa do Coronel Felipe. Cinco anos mais tarde, passeando com Glória por uma rua da cidade, Aitaré encontra-se com Cora numa loja, acompanhada do irmão. Eles hesitam em se reconhecer. Arthur, sobrinho do Coronel Felipe ama Glória, que ama Aitaré. Cora, D. Guilhermina e Mário também estão em Recife. Cora apronta-se para uma festa. Aitaré e Cora reencontram-se. Glória aceita a proposta de casamento feita por Arthur.

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